O termo gringo vem dos mexicanos dizerem aos militares "greens go home!". Explicou o nosso motorista hoje. Se bem que näo estou no México mas sim no Panamá. Estávamos a falar de como há palavras que se criam de dizeres ou línguas estrangeiras e naturalmente são adoptadas.
sol.areia.mar
sexta-feira, 24 de julho de 2015
segunda-feira, 20 de julho de 2015
aproveito-vos melhor.
Ultimamente, farto-me de ver artigos de emigrantes que regressam, ou estão a regressar, a Portugal. No outro dia, um casal dizia que resolveu voltar porque afinal aquilo que primeiro os atraíra para fora, deixara de fazer sentido e regressar para perto da família, tornara-se mais importante que a melhor qualidade de vida, do progresso na carreira ou tantas outras coisas.
Estar fora, e já faz algum tempo e por diversos lugares, fez-me aos poucos perceber que nada é garantido e sobretudo que as nossa pessoas que nos habituaram sempre com a sua presença não vão estar sempre lá. bem, o passar dos anos também ajuda. Conforme vamos crescendo, apercebemo-nos que os nossos avós, os nossos pais, a nossa família vai envelhecendo, ficando mais frágil e que ao contrário do que nos habituaram não vão lá estar sempre.
Mas isto serve igualmente para as nossas outras pessoas, os nossos amigos. Serve para todos. E se as relações são como jardins que têm de ser cuidados e regados, comecei a tentar cuidar ainda melhor só porque as minhas pessoas são demasiado importantes para deixar murchar.
E, por isso, digo muitas vezes o quanto gosto delas. Acho que nós portugueses não somos muito dessas coisas, se comparados com outras nacionalidades. Aqui, no grupo heterogéneo de amigos que tenho, "love you" anda muito nas conversas.
Hoje em dia, o tempo que passo com a minha família ou amigos em Portugal é de qualidade. Pouco mas bom. Porque muitas vezes quando vivemos perto, estamos tão habituados a ter as nossas pessoas logo ali e sempre que nos esquecemos de as aproveitar - "vamos amanhã!". Cada vez mais me tornei consciente que o amanhã está para vir e o melhor é viver o agora - "sim, vamos amanhã, mas tomamos café também hoje!"
Estar fora, e já faz algum tempo e por diversos lugares, fez-me aos poucos perceber que nada é garantido e sobretudo que as nossa pessoas que nos habituaram sempre com a sua presença não vão estar sempre lá. bem, o passar dos anos também ajuda. Conforme vamos crescendo, apercebemo-nos que os nossos avós, os nossos pais, a nossa família vai envelhecendo, ficando mais frágil e que ao contrário do que nos habituaram não vão lá estar sempre.
Mas isto serve igualmente para as nossas outras pessoas, os nossos amigos. Serve para todos. E se as relações são como jardins que têm de ser cuidados e regados, comecei a tentar cuidar ainda melhor só porque as minhas pessoas são demasiado importantes para deixar murchar.
E, por isso, digo muitas vezes o quanto gosto delas. Acho que nós portugueses não somos muito dessas coisas, se comparados com outras nacionalidades. Aqui, no grupo heterogéneo de amigos que tenho, "love you" anda muito nas conversas.
Hoje em dia, o tempo que passo com a minha família ou amigos em Portugal é de qualidade. Pouco mas bom. Porque muitas vezes quando vivemos perto, estamos tão habituados a ter as nossas pessoas logo ali e sempre que nos esquecemos de as aproveitar - "vamos amanhã!". Cada vez mais me tornei consciente que o amanhã está para vir e o melhor é viver o agora - "sim, vamos amanhã, mas tomamos café também hoje!"
ando pelo mundo
Nuremberga é uma cidade muito bonita. Sobretudo na Primavera e Verão quando está bom tempo. Até as pessoas sorriem mais. É bonita.
Mas eu estou cheia de vontade de ir de férias, para minha outra casa, para o Algarve.
domingo, 19 de julho de 2015
Coisas boas, têm de ser partilhadas.
.F de Ficar
.L de Ler
.I de Inspirar
"Ó dia normal, permite-me ter consciência do tesouro que és. Não me deixes passar por ti, na demanda de um qualquer raro e perfeito amanhã, e ignorar-te. Um dia, enterrarei as unhas na terra, ou enterrarei o rosto na minha almofada, ou espreguicar-me-ei, ou levantarei as mãos para o céu, desejando, mais do que tudo no mundo, o teu regresso."
-Mary Jean Iron
.L de Ler
.I de Inspirar
"Ó dia normal, permite-me ter consciência do tesouro que és. Não me deixes passar por ti, na demanda de um qualquer raro e perfeito amanhã, e ignorar-te. Um dia, enterrarei as unhas na terra, ou enterrarei o rosto na minha almofada, ou espreguicar-me-ei, ou levantarei as mãos para o céu, desejando, mais do que tudo no mundo, o teu regresso."
-Mary Jean Iron
domingo, 28 de junho de 2015
as várias faces da moda
Nao sao o máximo? Gretchen Roehrs 'e uma talentosa fot'ografa que adapta comida nas seus desenhos. espreitem aqui.
Nos
Gosto de ver pessoas, observar pessoas numa esplanada, na praia, no parque mas sobretudo em aeroportos e estacões de comboio. E, muitas vezes, o primeiro pensamento que me vem 'a cabeça 'e que somos tantos e tao diferentes. Estilos, atitudes, caras, formas do corpo, cabelo… embora haja algumas feições que parecem ter vindo da mesma forma.
Somos tantos, imensos e tao distintos. E, no entanto, tao semelhantes no que nos emociona, no que nos preocupa, no que tememos, no que sentimos, no que ansiamos.
Somos tantos, imensos e tao distintos. E, no entanto, tao semelhantes no que nos emociona, no que nos preocupa, no que tememos, no que sentimos, no que ansiamos.
Subscrever:
Mensagens (Atom)




